Ginecomastia

O QUE É

O termo ginecomastia é usado para caracterizar a condição que acomete alguns homens, fazendo com que tenham suas mamas mais desenvolvidas ou ampliadas. Este desenvolvimento do tecido mamário em excesso gera incômodo, vergonha, mal estar e, pode ocorrer em qualquer idade. A ginecomastia pode ser desencadeada por diversos fatores, sendo o principal a alteração hormonal do androgênio e do estrogênio, a hereditariedade, a obesidade além do uso de determinadas drogas como anabolizantes. Outra característica desta situação clínica é que pode estar presente unilateralmente (um seio) ou bilateralmente (ambos os seios). Seu aparecimento é notado a partir de um pequeno nódulo abaixo do mamilo que, na maioria dos casos, cresce de forma irregular e apresenta inchaço. Raramente há uma secreção mamilar.

 

PROCEDIMENTO CIRÚRGICO

Para retirar o excesso de mama que se desenvolve nos homens, o procedimento indicado é a cirurgia plástica que dependendo do caso pode ocorrer de três maneiras: A primeira conta apenas com a técnica da lipoaspiração que removerá a gordura da mama; a segunda ocorre a partir da adenectomia, cirurgia que extrairá o tecido glandular do seio e a terceira possibilidade se dá pela junção das duas técnicas descritas anteriormente, ou seja, lipoaspiração e adenectomia. A incisão é posicionada na parte inferior da aréola em forma de semicírculo. O procedimento é realizado sob anestesia local e sedação ou anestesia geral, com duração de 2 horas. A glândula de consistência dura e aumentada é retirada e encaminhada para análise.

 

ORIENTAÇÕES PÓS-OPERATÓRIO

Após o procedimento cirúrgico, para dar sustentação à mama operada e colaborar com a diminuição do inchaço, serão usados curativos no local, além de bandagem ou malha elástica. O paciente deve repousar nos primeiros dias depois da cirurgia. É necessário que o braço não seja movimentado em excesso e também evitar qualquer tipo de atividade que necessite de esforço por 15 dias. O tabagismo deve ser suspenso por, pelo menos, duas semanas após a cirurgia, pois, o cigarro não colabora com a cicatrização dos tecidos operados.